Chuva, nuvens pesadas e um resquício de céu azul. Céu de Belo Horizonte í s 18:00 hs de ontem, dia 28 de agosto de 2009.


Chuva, nuvens pesadas e um resquício de céu azul. Céu de Belo Horizonte í s 18:00 hs de ontem, dia 28 de agosto de 2009.


Uma lembrança bem bacana que trouxemos da Bahia foi este côco verde trabalhado. Na verdade, foi comprado na primeira vez em que fomos na Praia do Forte – em uma daquelas feirinhas típicas – e, porque não dizer, foi amor a primeira vista.
O artesão retirou a casca do côco e trabalhou as fibras, esculpindo-as em forma de pássaros. O bico é de madeira e os olhinhos dos passarinhos são de sementes. Fico boba com a criatividade e a habilidade de certas pessoas.
Pode ser usado como vasinho de planta ou bebedouro/comedouro para pássaros, mas eu ainda não sei o que fazer com o meu. Por enquanto está em baixo da jabuticabeira, cheio d’água, mas acho que não vou deixá-lo assim. Ou vou colocar um pouquinho de alpiste ou uma das minhas suculentas preferidas.
É uma graça, não?



Eu adoro um dia de frio. Se for com chuvinha fina, então, e eu não tiver que sair de casa, o pacote está completo. É pena que isto não foi possível hoje, porque o que eu queria mesmo era ter passado a tarde enrolada (com Ele, claro) num belo cobertor. Um filminho também viria a calhar.
Voltando í realidade, acho que não tem quem despreze um dia assim. É aquele momento de tomar um caldinho, um vinhozinho, chocolate quente, vestir as roupas mais quentinhas..
Então, aproveitei o dia para fazer uma receita facílima, o cozido. Usei uma panela de pressão e nela refoguei a cebola e o alho. Acrescentei um pouco de sal e colorau. Fritei um bom pedaço de fraldinha (picada em cubos) e, sem usar uma gota de água, a deixei por uns 40 minutos na pressão. Quando o caldo já estava bem grosso e suculento, adicionei um pouquinho mais de água e umas 4 batatas e 2 xuxus picados. Depois, quando já cozidos os legumes, corrigi o sal, coloquei um pouquinho de molho de pimenta e.. voilá. Ficou uma delícia.
Na verdade, este meu cozido ficou pobre. O ideal, o mais gostoso e saudável, é adicionarmos vários outros tipos de legumes e também algumas folhas. Abóbora, abobrinha, couve e afins são muito bem vindos, mas como fiquei com preguiça de sair de casa, fiz só com o que eu já tinha por aqui. Só não comemos mais porque teríamos obrigações depois do almoço e o sono iria atrapalhar.
Mas fica a dica: faça um cozido neste tempo friozinho, com uma boa carne e todos os legumes possíveis. Sirva com um arrozinho feito na hora que eu garanto que todos vão gostar.

É preciso esquentar os pés num dia como este!
🙂
Há mais de um ano frequentamos uma lanchonete/restaurante na Savassi, na Rua Fernandes Tourinho, n. 59, chamada Piper Rubra. É lanchonete/restaurante porque durante todo o dia você encontra salgados, pizzas, sanduíches, sucos naturais e, durante o almoço, há a opção das saladas.
Em alguns sábados, além da usual salada, que você come a vontade por um preço fixo, é servido um prato diferente, de feijoada a vatapá, mas tudo sem carne. A loja é pequenina, a maioria dos clientes come em um dos balcões laterais mesmo. Mas, de toda sorte, vale experimentar. Nós o fizemos e nos tornamos clientes assíduos. Afinal, o lugar é agradável, a comida é boa, o preço é justo e o atendimento é bom.

Infelizmente encontramos, em julho de 2010, o Piper Rubra fechado. Â Vamos esperar para ver o destino do estabelecimento.
A alamanda é esta planta aqui. Sempre lindona e viçosa. E se você está se perguntando de onde surgem suas sementes, chegou ao lugar certo.
Há mais ou menos uns 5 meses brotaram nos galhos da alamanda rosa (na amarela não demos notícia) estas bolotas espinhosas, verde clarinhas e espinhosas. Vasculhando a rede, descobri que, na verdade, tal bolota é um fruto em forma de cápsula, que, quando amadurece, torna-se rígido, escuro e abre-se em dois (bivalve), liberando um certo número de sementes. Os espinhos que também eram macios tornam-se bem rijos.
Abaixo, na primeira foto, o fruto ainda verde e na segunda e terceira fotos o fruto já aberto e algumas sementes esperando o vento e a força da gravidade atuarem. Afinal, para elas, é só o início de uma longa jornada. Se alguma delas vai encontrar ou não uma terrinha para brotar é que são elas.
As que caíram na nossa varanda, como não poderia deixar de ser, já foram agraciadas. Só não sei se vão vingar.





Nosso último fim de semana foi bastante agitado. Fomos para uma simpática cidade no sudoeste de Minas Gerais, 400 km distante da capital. A viagem foi corrida, para uma festinha familiar. Chegamos lá no meio do dia de sábado, passamos a tarde batendo papo e, no domingo, churrascão no sítio.
Duro foi aguentar o sono na segunda-feira, afinal foram 800 km em dois dias. Eu e Ele ficamos um caco. Mas ficaram as boas lembranças: foto da igreja principal, do sítio e de paisagem da estrada. íŠta Minas Gerais gostosa.



De acordo com o regulamento desta campanha, a cada visualização registrada do vídeo abaixo a empresa doará uma refeição a um cão que necessita. Vale a pena, né?
Em nossas andanças pela alameda principal da vila da Praia do Forte avistamos estas poltronas bem interessantes feitas com pneus de caminhão. Confesso que se não fosse o limite na bagagem do avião a gente teria trazido umas duas pra casa.
Ah, se a gente estivesse de carro… 🙂

Além do Tamar, a Praia do Forte abriga uma das bases do Instituto Baleia Jubarte. Sem sombra de dúvidas, uma das coisas mais legais que conhecemos e tivemos o prazer de participar num passeio bem bacana.
O instituto tem uma sede linda, com esculturas de baleias jubarte espalhadas por um gramado que leva a um lago ao fundo. A estrutura é excelente e a loja de lembrancinhas, embora mais tímida que a do Tamar, é bem bacana (e com preços justos) também.
Fomos lá duas vezes: a primeira para conhecer e a segunda para iniciarmos nosso passeios em busca de baleias (whalewatching). Na segunda visita, assistimos um vídeo explicativo acompanhado de uma palestra bilingue conduzida por biólogos do projeto num belíssimo anfiteatro multimídia que fica na sede.
Depois desta introdução, pegamos um barco na praia e fomos para alto-mar. Num passeio que dura umas três horas vimos baleias num grupo que os guias identificaram ser competitivo (muitos machos disputando uma fêmea). Foi muito gostoso, embora o mar não estivesse dos mais calmos naquele dia específico. Uma experiência para guardar para sempre.




O Projeto Tamar é uma daquelas coisas que faz a gente se sentir bem ao visitar. Mais ainda por se tratar de uma ação feita em nosso país.
Com um histórico de quase trinta anos de ações de preservação da vida das tartarugas marinhas, o projeto tem uma de suas bases (a primeira) na Praia do Forte, local onde passamos os últimos dias de nossas férias na Bahia. Diariamente são realizados tours explicativos conduzidos por guias que são formados na própria comunidade. Além de preservar a vida dos animais, o projeto tem uma função social muito bacana pois emprega muita gente da vila. Gente que antes era criada para matar estes animais, agora trabalha no auxílio de sua preservação.
A estrutura faz inveja a locais semelhantes que já visitamos em outros países. Os tanques são bem legais e além de algumas tartarugas pudemos ver tubarões-lixa e outros animais que habitam o oceano. A visita guiada é, como disse, bem legal. O guia explica tudo sobre as diferentes espécies de tartarugas marinhas e faz questão de responder todas as dúvidas de crianças e adultos em dois idiomas.
Na saída passamos pela lojinha do projeto e ficamos maravilhados com a qualidade dos produtos e com os preços, que são bem mais em conta do que estávamos acostumados a ver em gift-shops de museus, por exemplo. Obviamente compramos alguns presentinhos.





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