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Categoria: Gastronomia Page 33 of 35

A enganação do wrap do Mc Donalds

Veja a foto abaixo: não parece uma delí­cia? Pois é, o wrap do McMinhoca é uma grande enganação, na qual caí­mos que nem patinhos  semana passada.

Vejam as nossas fotos, que coisinhas feias no prato de sobremesa. E pior: a massa é ruim – seca e sem gosto – a carne é mí­nima e a salada… bah! Isto não é salada, é um restolho de alface.

Que saudades do wrap da Toca do Açaí­!

wrap que te vendem

wrap 1

wrap 2

wrap 3

Molho de tomates cereja do Verdemar

Estivemos outro dia no Supermercado Verdemar e, aproveitando uma promoção, resolvemos experimentar estes tomatinhos em lata. No caso, como podem ver, compramos os tomates cereja, mas no Verdemar podem ser encontradas outras variedades do fruto em lata, que vem apenas cozidos, sem tempero. Eu os achei excelentes para molho, que foi bem fácil de fazer e ficou bem gostoso.

Apenas esquentei um pouco de azeite na wok, acrescentei um pouco de açúcar e refoguei toda a lata. Depois, na medida em que o molho fervia, acrescentei sal e, quase no final, juntei um bom maço de manjericão.

Os tomatinhos foram se desfazendo.  No fim das contas eu até tive que separar alguns para enfeitar o prato. Enfim, estes tomates enlatados são muito bons, vale a pena a compra.

molho verdemar

molho tomate cereja

molho tomate cereja 2

Café sem açúcar, por favor.

café sem açucar

Engraçada demais a reação das pessoas quando digo que tomo café sem açúcar. Uns fazem cara feia, outros desconfiam, mas poucos concordam. Sim, eu gosto de café sem açúcar; acho que é a única forma de se apreciar o sabor verdadeiro do café.

Isto não quer dizer – é óbvio – que eu não goste de café com açúcar. Gosto muito também. Como disse outro dia, café é bom de qualquer jeito; só não pode ser ralo, velho ou com adoçante. Ou seja, as bebidas que levam café são quase sempre muito boas, mas isto não impede que o cafezinho genuí­no, aquele purinho coado na hora (ou o espresso) deva ser consumido puro.

Outro dia, numa cidade do interior de Minas, na cafeteria da foto, pedi um espresso e a atendente não se conteve.
“- Moça, mas você é a única mulher que já pediu café sem açucar aqui. Só homem gosta disto! E olha que são poucos, eim!”

Achei graça e, mesmo vendo que seria inócuo, tentei por alguns segundos explicar o porquê da opção. Ela riu, falou que eu era doida e que o seu café era bem adoçadinho. Em seguida, com a graça do sotaque mineiro do interior, saiu falando baixinho coisas a meu respeito.

Mas o mais legal é que as pessoas provem o café sem açúcar. De preferência um bom café, um café de boa qualidade. Se da primeira vez for um pouco estranho, se for amargo demais, que insistam um pouco, pois nosso paladar se acostuma com determinados sabores e tende a rechaçar os que não nos são familiares, como, por exemplo, o sabor amargo do café.

Tenho certeza que muitos dos que fizerem o teste passarão a aproveitar o café de um jeito diferente. Sem, claro, deixar de lado todas as outras modalidades da bebida. Afinal, o ideal é ampliar, reconstruir experiências, e não abandonar as que já triunfaram!
🙂

Costela de boi no bafo

Há muito  querí­amos comprar uma churrasqueira de bafo. Então, outro dia, andávamos no Mercado Central de BH quando achamos esta aí­.

churrasqueira-bafo-1

Eu a adorei.  A carne ficou super macia, deliciosa.  Assamos um quilo de costela de boi por aproximadamente 3 horas, enrolado em bastante papel alumí­nio.

Realmente, a churrasqueira faz muita fumaça, de modo que se alguém quiser te empurrar uma para usar em apartamento desconfie. Mas se você tiver uma área aberta que seja, ainda que pequena, vá em frente.

costela-boi-no-bafo

Depois, para aproveitar o calor, assamos algumas linguiças (usando a churrasqueira normalmente, sem ser no bafo), mais algumas batatas e cebolas – agora no bafo – para experimentar.

Ficou tudo muito gostoso e a churrasqueira foi aprovada.

batatas-no-bafo

Coffee is God

Só não pode ser ralo, velho ou com adoçante.

No mais, pode ser comum, espresso, quentinho, capuccino, batido frio, sem açucar, com açucar, no leite, no sorvete, no bolo, no pudim, no chocolate, em doces, em coquetéis, com leite em pó, em balas, em pavês e em várias outras receitas. Café é bom demais.

coffe-is-good-ok

Molho de tomates frescos

No dia em que fiz tomates secos aproveitei o miolo dos frutos para fazer um molho. Ele não ficou muito vermelhinho, acho que por causa do tipo/qualidade dos tomates, e eu não quis usar colorau. Mas ficou muito gostoso.

Fiz assim: apesar de na foto os tomates estarem no liquidificador eu não os triturei antes de refogar. Eu separei os miolos do suco (água do miolo), piquei em pedaços pequenos e os refoguei no azeite com um pouco de açúcar. Apenas os pedaços foram refogados; o suco dos tomates eu fui adicionando devagar, ao longo do processo.

Pois bem, deixei que a polpa do tomate fosse cozinhando aos poucos, sem acrescentar água. Quando necessário juntava um pouco do suco do próprio tomate, mantendo o fogo brando. Também aos pouquinhos juntei o sal e provei. Podia  ser que um pouco mais de açúcar fosse desejado (pra reduzir a acidez).

É, o molho de tomates frescos não é pra ser feito com pressa; deve ficar no fogo por um bom tempo para apurar o sabor.  No caso deste aí­ da foto eu não usei nenhuma água a não ser a do próprio tomate e quando ele já estava pronto  desliguei o fogo e adicionei um bom molho de manjericão.

Fato é que quando adicionei um pouco de açúcar no azeite quente e, logo após, refoguei os tomates,  a casa toda recendeu e foi uma delí­cia. Tão gostoso quanto saborear o pratinho de macarrão que vocês viram aí­.

😉

Salada de grãos de soja cozidos

salada-soja-2

Todo mundo sabe  o quanto a soja é saudável, mas poucos conhecem boas receitas que a utilizem in natura. Eu mesma já tive preconceito com a soja em grão, mas  porque desconhecia como prepará-la. Quando pensava em soja, pensava na soja texturizada ou na soja assada, comida como petisco.

Outro dia andei pesquisando em alguns sites e li que o grão de soja deve,  inicialmente, antes de ser cozido,  passar por um choque térmico. Ou seja, jogue a soja em água fervente e, após 5 minutos, a transfira para a água gelada. Isto vai ajudar a reduzir o sabor de feijão cru do grão e facilitar a retirada das casquinhas. Eu vou esfregando a soja com as mãos até conseguir me livrar de todas elas.

Depois do choque térmico, cozinhe bastante a soja até que fique macia. E, então, pode temperá-la a seu gosto. Nas fotos acima eu a  temperei com alguma antecedência antes de comer. Piquei tomate, pimentão  e cebola e temperei com azeite, sal, orégano, pimenta do reino e manjericão em pó. Ficou gostosa.

Hoje  eu tive a idéia de fazer novamente a receita, mas acabei deixando a panela queimar. Torrei a soja que escapou ilesa na frigideira, sem óleo algum. Ele aprovou, mas  acho que são muitas calorias em algo que não é tão gostoso assim. Prefiro a salada.

Tentarei em breve fazê-la refogada com alho. Conto aqui.

Como fazer tomates secos – parte 2


Polvilhados os tomates, leve-os ao forno por 1 hora. A temperatura deve ser a mais baixa possí­vel e, como vocês podem ver, eu forrei os tabuleiros com papel alumí­nio para facilitar a limpeza.

Após 1 hora, retire os tabuleiros do forno, vire os tomates de boca pra baixo e bora lá mais 1 hora no forno. Depois destas 2 horinhas os tomates já estarão com o aspecto da terceira foto, ocasião em que voltarão ao forno, agora por mais 40 minutos, mais ou menos, de boca para cima.

Eu não costumo deixar mais do que este tempo, pois gosto dos tomates suculentos. Se preferir, pode deixá-los não por 40 minutos, mas por 1 hora mais. Eles ficarão mais secos, claro, e também deliciosos.

Terminada a secagem dos tomates, cubra-os com azeite e leve-os í  geladeira. Vale lembrar que não podem ficar guardados por um longo tempo, mesmo que refrigerados. Já tivemos tomates mofados após umas duas semanas armazenados, o que foi uma pena.

Como fazer tomates secos – parte 1

Se tem uma coisa gostosa são tomates secos caseiros. Eles são maravilhosos com carne de boi, recheando um pãozinho fresco ou picadinhos numa boa macarronada. Se você nunca fez em casa, prepare-se, pois a experiência, apesar de um tiquinho trabalhosa, é bastante recompensadora.

A primeira foto acima mostra a seleção dos tomates para secagem, mais um molho de manjericão para temperar o molho que será feito com as sementes dos frutos.

Quando animo, seco uns 3 ou 4 quilos de tomates de uma vez, já que eles ficam bem reduzidos ao final, mas passarei as medidas utilizadas para 1 quilo, para facilitar. Pois bem, lave e seque 1 quilo de tomates. O tipo pode variar, dependendo de seu gosto e bolso. No caso destes aí­, eu usei o tomate salada, pois estava na promoção.

Lavados os tomates, parta-os ao meio e retire as sementes, reservando-as. Faça uma mistura de uma colher de sopa de sal, mais uma de açúcar fino e salpique por cima dos tomates. Você vai ver que surge uma aguinha dentro dos tomates, mas é assim mesmo, eles já podem ir ao forno.

A propósito, outro dia, conversando com um senhor no supermercado, ele me disse que antes de salpicar sal e açúcar nos tomates, ele os leva ao ar livre, ao sol, pra dar uma secada inicial. Quem tiver  espaço em casa pode fazer isto. Eu já os levo diretamente ao forno brando, inicialmente por uma hora.

Frutos do cerrado brasileiro

Bom, pelo menos por enquanto, este é nosso último post sobre a Chapada dos Veadeiros e, claro, sobre o cerrado brasileiro. Nele gostarí­amos de apresentar para quem ainda não conhece a Sorveteria Frutos do Cerrado e uma pequena frutinha prima do caju, o cajuí­.

Bom, sobre a Frutos do Cerrado, a vimos pela primeira vez na cidade de Coromandel. Mas, por uma série de fatores, não tivemos tempo nem oportunidade de ir experimentar os sorvetes. Depois, passamos por Brasí­lia, mas também lá não a encontramos.

Foi com surpresa que, em razão do tal Encontro Multicultural que ocorria em São Jorge, nos deparamos com uma barraquinha improvisada da sorveteria e, claro, experimentamos alguns sorvetes.

Como podem ver, tomamos (e aprovamos) os sorvetes de jaca, pequi, cajamanga e araticum. Eu achei o de jaca um pouquinho enjoativo, apesar de gostar da fruta. O de pequi é bem especial e o de cajamanga é delicioso, bem azedinho.

O sorvete de araticum, por sua vez, é bem saboroso. É como se você estivesse comendo os pedacinhos da fruta que, no cerrado mineiro, também é conhecida por “cabeça de nêgo”.

Adoramos tudo o que provamos, só lamentando que não tivemos tempo de testar os inúmeros outros sabores. Ao retornarmos a BH, todavia, tivemos nossa tristeza aplacada, pois soubemos que aqui também há  Frutos do Cerrado. Pois é, estávamos desatualizados em relação a isto, o que é inadmissí­vel! 🙂

Enfim, ainda não tivemos oportunidade de visitar a nossa Frutos do Cerrado, mas avisaremos quando o fizermos.

Neste post também mostramos o cajuí­, um fruto que apresenta as mesmas caracterí­sticas do caju velho de guerra. A diferença está mesmo no tamanho e no fato de que o delicado cajuzinho é, como milhares de outros alimentos, um fruto do cerrado,  a segunda mais rica formação vegetal brasileira em variedade biológica.

Estes cajuí­s margeavam nossa trilha por dentro do Parque da Chapada dos Veadeiros e foram, obviamente, deixados em seu devido lugar.

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