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Bolinho de arroz na air fryer; merenda caseira

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Aproveitei que fiz um bolinho de arroz na air fryer e o enviei como merenda das crianças no outro dia. E isto, claro, porque os meninos adoraram. A receita foi mais ou menos a seguinte:

  • 2 xí­caras de arroz cozido;
  • 2 ovos;
  • 50 gramas de parmesão ralado;
  • mais ou menos 1 xí­cara de farinha de trigo;
  • temperos diversos (eu não tinha cheiro verde, mas é bom colocar)

No caso da farinha de trigo, vá adicionando aos poucos: ela serve  para dar o ponto de fazer as bolinhas; serve como “liga”. Então caso você consiga com um pouco menos, ok. Se precisar de mais, pode adicionar; fui colocando no olho.

Então, junte todos os ingredientes (a farinha aos poucos) e passe no processador. Eu gostei de fazer desta forma porque a massa ficou muito fina e leve, ficaram parecendo pães de queijo. Na medida que você for passando no processador vá verificando se já dá pra fazer as bolinhas, com a ajuda de um pouco de óleo espalhado nas mãos. Como não foi nada de óleo na massa, apenas o do queijo, a bolinha continua ficando bastante leve e light.

Massa adequada e devidamente temperada, faça as bolinhas (não se esqueça do óleo nas mãos) e coloque-as diretamente na air fryer. Aqui em casa foram menos de 10 minutos para que estivessem prontinhas.

Meus meninos gostaram, perguntaram se não era pão de queijo… e no dia seguinte ainda comeram um bolinho de arroz no lanche da escola, acompanhado de meia maça (picada com faca de cerâmica e coberta com papel alumí­nio para não escurecer) e suco integral de frutas vermelhas, sem adição de açúcares extras.

Costela de porco no bafo

marinada

costela no bafo (2)

macarrão primo pastifí­cio

Há muitos anos fizemos uma deliciosa costela de boi no bafo. O tempo passou, usamos a churrasqueira para assados tradicionais e só quase 7 anos depois é que voltamos a fazer um assado no bafo. Só que hoje, no lugar do boi, usamos uma costela de porco. Super carnuda, muito boa.

Primeiro eu marinei de um dia para o outro 1 quilo de costela de porco. Usei óleo, shoyu, molho de pimenta, alho, cominho, louro e ainda pinguei umas gotinhas de óleo de gergelim. O tempero cobriu metade da carne, que foi virada no meio do tempo da marinada. Depois a costela ficou a cargo d´Ele, que a enrolou em bastante papel alumí­nio, “recheando” os pedaços de costela com cebola e um pouco de manteiga. A manteiga foi colocada porque a carne estava com pouca gordura e ficamos com medo que ficasse seca.

Dica: ao fazer a carne no bafo enrole-a em muito papel alumí­nio, de modo que o suco que desprende da peça não evapore. O x da questão é fazer uma espécie de panela de pressão dos tempos das cavernas, saca? Ah, o tempo de cozimento foi de mais ou menos 2 horas e meia.

O resultado foi muito bom, embora eu ache que o tempero podia ter sido um pouco mais carregado no sal. Também achei que uma carne mais gorda seria mais apropriada. No caso, costela de porco mesmo, porém com mais gordura. Ou então uma fraldinha, uma capa de filé…

Também fiz peito de frango passado na farinha de trigo na air fryer para caso a costela desse zica. E a massa ficou por conta de um macarrão da Primo Pastifí­cio,  que comemos com um molho de tomates caseiro (que ficou delicioso, por sinal).

Claro que não poderia faltar uma salada: alface, rúcula, tomatinhos sweet grape, mussarela de búfala e beringela (também da Primo Pastifí­cio).

Ps. quando a costela ficou pronta foi um salve-se quem puder. Garfo pra cá, garfo pra lá..  quando me lembrei da foto já era tarde demais. 😉

Ps2. Este não é um post patrocinado pela Primo Pastifí­cio. Nós comemos uma vez no estabelecimento e gostamos. Ontem resolvemos experimentar a massa seca, que foi aprovada, apesar de acharmos o preço meio salgado. O pacote da foto (macarrão para 3 pessoas) sai por R$14,90. Eu acho um pouco caro comparado í s massas comuns. A propósito, usei dois pacotes e deu bem para 4 adultos e 2 crianças.

O Idiota, de Dostoiévski

O livro O Idiota, de Dostoiévski, começa com o retorno do prí­ncipe Mí­chkin (que dizem ter vários traços do autor) da Suí­ça, onde fazia tratamento de saúde. A personalidade do prí­ncipe Mí­chkin é o grande ponto deste livro. Ele era visto como uma pessoa diferente, exótica. Não possuí­a nenhuma idiotia, mas era tão diferente das demais pessoas, era um indiví­duo tão puro, superior, que acabava sendo para os demais, numa sociedade corrompida, um idiota, um inadaptado.

Mí­chkin era um humanista; a crí­tica diz que Dostoiévski o criou uma mescla de Cristo e Dom Quixote (não aceito por todos, pois Dom Quixote era desconectado da realidade e Mí­chkin não era). Sua compaixão sem limites vai de encontro ao desregramento de Rogójin e a beleza de Nastácia Filí­ppovna. Sua bondade e o impacto da sua sinceridade briga com um mundo obcecado por dinheiro, poder e conquistas. E o sanatório acaba sendo o único lugar para um santo.

O Idiota é bem diferente de Gente Pobre. Não é um livro fácil. A narrativa é um pouco cansativa. Há muitos personagens (í s vezes chamado pelo nome, í s vezes pelo diminutivo, í s vezes pelo apelido) e a trama é, sim, um pouco rocambolesca. De fato, neste livro, as discussões morais sobre as questões do romance acabam sendo bem mais interessantes que o próprio.

Mas vale a leitura. Sempre vale. 🙂

O antes e o depois de um hall de prédio

Hall de prédio predio antigo (2)

Pois então, o que uma reforma não faz, não é mesmo?

Nosso hall de prédio era bem feio. Tí­nhamos duas portas que levavam para o mesmo lugar e, além disso, na parte externa, havia uma parede dividindo estas duas passagens. O prédio ficava com uma cara bem mais chulé e descuidada. A porta que vocês vêem í  direita dava para a rua e a outra para a garagem da parte de trás do edifí­cio.

Além deste verdadeiro puxadinho que a construtora fez, havia um corrimão de ferro (bem mal feito) e a pintura já estava bem estragada. Inicialmente apenas pintarí­amos o prédio, mas depois que a bagunça já havia sido feita aqui em casa e que os pedreiros já estavam disponí­veis, começamos a sonhar com uma nova cara para o ambiente.

A ideia da retirada de uma das portas foi do meu marido. E mesmo sem arquiteto ou decorador, ajustando aqui e acolá, tivemos um ótimo resultado!  Ele pediu aos pedreiros que fechassem a porta da esquerda, criando uma salinha na portaria. Criada a salinha, seguimos o conselho de minha irmã e fizemos a iluminação. As partes internas do hall receberam  um grafiato palha, a porta da direita foi substituí­da por um blindex e o corrimão de ferro foi trocado por um de inox.

Quanto í  decoração, uma estudante da área nos aconselhou a colocar os móveis mais ou menos nesta proporção,  móveis que foram comprados na Mafuá Móveis (escolhidos por mim e por Ele) e os adornos foram comprados por uma vizinha em uma loja no bairro Santo Agostinho.

A única coisa que ainda está pendente de reforma ou troca total é o piso. Como o dindin não dava para trocar tudo, resolvemos deixar para depois ou talvez fazer apenas uma limpeza profunda ou raspagem na pedra.

De qualquer forma, vejam como o cuidado com um ambiente pode transforma-lo. Não estava dando muito gosto entrar em casa. Mas agora sim! 🙂

Fim de semana prazeroso

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No sábado fomos nós 4 a um casamento. Confesso que teria sido melhor se fôssemos apenas nós dois, mas não tivemos escolha. Então éramos nós 4 ou nada feito. Na igreja as crianças não se comportam mesmo, né? Querem correr, andar de um lado para outro. O jeito foi ficar meio de fora do recinto e tentar distrair os dois. Não os culpo: padre falando é chato demais. Já a festa estava muito boa. Tudo muito lindo, chique e gostoso. De cordeiro aos melhores queijos. Vinhos deliciosos e belos doces. Aproveitamos muito e eles idem.

No domingo estivemos no condomí­nio Canto das águas, localizado em Rio Acima, a convite de amigos da escolinha dos nossos filhos. Foi um convite muito bacana, os anfitriões foram muito simpáticos conosco, muito receptivos e gentis. Foi uma experiência joia. Sem contar que o Canto das íguas é lindí­ssimo. Nós  haví­amos entrado neste condomí­nio apenas de passagem quando estivemos na Pousada do Canto e ficamos encantados. As casas são todas lindas, o lugar é muito bem cuidado e aparentemente seguro. Ontem eles fizeram um ótimo churrasco e a casa deles é muito gostosa. Foi um dia extremamente agradável.

Não preciso dizer que meus meninos e amigos não arredaram o pé da piscina. Penso que nadaram uns 2/3 do tempo que passamos lá. A bem da verdade não saí­ram nem para comer. Comeram carninha, pão de alho e queijo dentro da piscina mesmo. Uma breve pausa foi feita sob protestos com o fim de renovar o filtro solar e já já estavam os 3 dentro da piscina novamente. Ao final da tarde estavam tão cansados que demoraram uns poucos minutos dentro do carro para adormecerem profundamente.

Uma breve nota preciso fazer em relação a um acontecimento. Nossa menina jamais nadou sem boia em piscinas que não “dão pé”. Ela é mais medrosa e mesmo com a boia de braço ela não se arrisca (com 4 anos e quase 9 meses) a pular na piscina. Sempre entrou com cuidado e nunca se aventurou perigosamente. O garoto, por sua vez, foi super ousado (sempre ousado!) ontem e, sem boia, pulou na piscina funda e saiu nadando tranquilamente. Posso dizer que ele já nada. Mas ela não! Ela não nada sem boia. E mesmo assim, durante uma brincadeira em volta da piscina, ela pulou! Pulou do nada, sem boia, sem conseguir pé na piscina! Claro que se assustou, eu precisei socorre-la. Como ela estava mais ou menos perto da borda, eu consegui puxa-la pelo braço e retira-la da piscina. Bebeu água , ficou assustada (assim como eu), saiu chorando e nervosa!

Ainda bem (puxa, ainda bem!) que eu e Ele jamais despregamos os olhos dos dois. Eu vi, portanto, o pulo imprevisto e pude imediatamente ajuda-la. De outra forma, se eu estivesse longe, poderia ter ocorrido um acidente pior. Não podemos confiar de jeito nenhum na criança, porque ela mesma não sabe o porquê daquilo que fez. Nossa filha é super cuidadosa, até medrosa mesmo da água, jamais pulou de uma vez na piscina, mesmo usando as boias de braço. Ou seja, aquele pulo na água nos surpreendeu bastante.  Não sabemos o que se passou naquela cabecinha.

Mas enfim, foi um breve susto em um domingo cheio de coisas legais. O convite foi muito simpático, as conversas foram boas, o lugar lindo, o tempo colaborou e tivemos um dia quente e ensolarado. As crianças saí­ram exaustas e nós muito satisfeitos.

Aniversário do papai

E outro dia foi aniversário do papai…

Confesso que gostaria de ter tido ânimo de fazer a festa que o papai merece. Mas já haví­amos nos reunido na terça de carnaval e  a festa seria legal de acontecer no sábado ou domingo próximos. Daí­ acabamos assoprando uma velinha na casa da mãe dele no sábado, almoçando juntos com a famí­lia dele no domingo, e, no dia mesmo do aniversário, comemoramos apenas nós 4. Fiz um jantarzinho pra gente e ao final assopramos uma vela simbólica neste bolinho. Infelizmente não fui eu que fiz (ou ‘não fui eu quem fez’?), mas estava bem gostosinho. Para o papai só desejo muitos anos de vida com saúde, paz no coração, sucesso no novo empreendimento… E que esteja sempre ao nosso lado. Com muito amor. 🙂

Carnaval 2016

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Nosso carnaval foi bacana. Levamos as crianças ao clube para nadar e, í  tarde, para a matiné de carnaval. Isto no domingo e na segunda. Também fomos ver a bagunça nas ruas, coisa que sempre gosto de fazer. Hoje (terça-feira) fizemos um churrasco em casa com os familiares remanescentes em Belo Horizonte.

Para acompanhar a carne fiz um purê de batatas caprichado. Fiz bastante purê, coloquei a massa no refratário recheada de queijo prato e mussarela e ainda joguei parmesão para levar ao forno para gratinar. Fiz também, para acompanhar  o purê, um molho de tomates com cogumelos, que ficou simplesmente delicioso. O arroz e o vinagrete (feito por Ele), claro, não podiam faltar. Fritei também na air fryer batatas congeladas industrializadas e barriga de porco! Tudo aprovadí­ssimo. Para beber fiz chá mate com limão, água gelada e cerveja. Sem refrigerante.

Vale dizer que nossa garotinha ama carnaval e ama dançar. Ela aproveitou de verdade o baile: foi fantasiada, se divertiu, cantou as músicas que conhecia. Ficou apaixonada porque deixei que passasse um batom mais forte e uma sombra nos lindí­ssimos olhos. O rapazinho gostou também, mas mais da brincadeira, da bagunça. Não quis se fantasiar e ficou no salão apenas catando confetes e serpentina. Os dois estão muito amigos. Brigam, logicamente, mas a amizade é muito forte.

Enfim, foi muito bom o carnaval. Foi uma maratona no cansaço, mas foi bom. Estou pronta para amanhã (quarta-feira de cinzas) passar o dia no clube para fechar o feriado com chave de ouro. 🙂

Banana marmelo para a escola

Não deixa de ser difí­cil escolher alimentos saudáveis, práticos e gostosos para o lanche das crianças. Uma dica é usar a banana (marmelo ou da terra) cozida ou assada. Ela é doce, suculenta. Mata com uma cajadada só a obrigação de enviar um carboidrato e uma fruta. Mesmo porque penso que o lanche da tarde não pode ser pesado. Na escola dos meninos eles lancham as 15:00hs e logo í s 17:00hs já é servido o jantar. Se o lanche for muito mais incrementado não sobra apetite para depois.

Neste dia enviei  banana marmelo assada e leite puro integral. Eles adoram.

IMG_20151210_125546Banana marmelo

Ovo monstro!

Ano velho, ano novo

O ano de 2015 foi bem fraco para o blog. Muito disso se deve ao fato (já relatado aqui) de que o escritório aonde escrevo os posts fica no segundo andar de casa e depois que eu ganhei o ipad (em 2011) eu quase não subo. Faço e vejo praticamente tudo no Ipad. Eu já tentei várias vezes escrever os posts usando um aplicativo no tablet, mas até agora foi bem ineficiente. Mas enfim, quero estar mais presente por aqui neste ano de 2016. Um ano novo merece algumas mudanças na rotina e eu desejo postar mais. Quero postar sobre a rotina dos meus gêmeos, sobre receitas testadas e aprovadas, sobre livros apreciados, séries assistidas e lugares visitados.

2015 foi um ano bom. Começamos com uma viagem gostosa a Cabo Frio; depois, a partir de março/abril, iniciamos uma reforma em nosso apartamento. A reforma se estendeu ao nosso prédio e nisso foram uns bons meses de pó e sujeira. Em maio estivemos no Mirante do Mangabeiras e este dia deve ser lembrado, já que marcante para os dois pequenos. A lua estava linda e um jogo do Atlético se encarregou de povoar o céu com fogos de artifí­cio.

Na época de frio vieram as leituras na cama da mamãe, sopinhas quentinhas e chocolates quentes feitos com cacau 100%. Também aconteceu o primeiro aniversário deles na escolinha, junto com os primeiros convites de aniversário dos amigos fora da escola. O resto do ano foi cheio de passeios: zoológico, parque das Mangabeiras, parque Tom Jobim, clubes… culminando no tão esperado Natal para as crianças. Os olhinhos se encheram de alegria com as luzes e com a esperança dos presentes. O reveillon não ficou por menos. Reunimos a famí­lia em casa e cantamos ao som da viola ate quase 3 da matina. Dia primeiro de janeiro também recebemos os parentes e a ceia do dia 31 (churrasco, farofa, arroz com brócolis e outras gostosuras) deu lugar  ao pequi e í  galinha caipira feita no nosso novo fogão í  lenha.

É claro que houve cansaço, dias difí­ceis, mãe nervosa e estressada com as artes dos filhos. Tenho dó dos pequenos quando suas peripécias chegam junto dos hormônios í  flor da pele. Mas eles hão de entender um dia. O carinho e o amor por eles se sobrepõe um milhão de vezes aos arroubos da minha ignorância..

crianças

Mirante (1)

 

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