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Categoria: Gastronomia Page 29 of 34

Pizza de massa de empadão

Estávamos em casa outro dia, de bobeira, quando decidi inventar uma pizza caseira, utilizando como base uma antiga receita de massa de empadão e, olha, não ficou nada ruim.

A massa do empadão é fací­lima. Basta juntar:

  • 6 colheres grandes – de arroz,  bem cheias – de farinha de trigo,
  • 3 colheres grandes de óleo,
  • 2 colheres de sopa de margarina,
  • 1 ovo,
  • 1 colher de sopa, rasa, de pó royal e
  • 1 xí­cara de leite

Amasse bem, sem sovar, e daí­ é só utilizar como base de pizza (como eu fiz) ou como massa de empadão mesmo, com recheio de frango ou carne moí­da com batatas e azeitonas.

No caso, como vocês podem bem ver, usei a massa para dois tipos de pizza. Fiz a metade de uma pizza apenas com tomates, manjericão e bastante azeite (não usei queijo). Na outra metade e na “pizza quadrada” usei cogumelos, milho, cebola, ovo cozido,  queijo provolone e orégano.

As pizzas ficaram diferentes das tradicionais, mas ficaram boas. No dia seguinte ainda tí­nhamos um pedaço da quadrada, que estava bem gostosa, pois a massa não ressecou ou endureceu.

Se o cozinheiro desejar pode juntar um pouco de sal í  massa ou usá-la assim mesmo, para recheios tanto salgados quanto doces.

Batatas fritas no microondas

Coisa D´Ele, que encontrou este ví­deo na net e ficou com vontade. Mas não é que a receita funciona? Vamos í s explicações:

Fatie a batata finamente. Borrife óleo sobre o prato  do microondas (nós fizemos questão de comprar o spray utilizado o ví­deo) e o cubra com as batatas, temperadas com sal e seu tempero favorito. Borrife novamente óleo, agora sobre as batatas. Leve-as ao microondas por 5 minutos na potência alta.  Pronto, suas batatas chips estão prontas.

Como não podia deixar de ser, esganados que somos, fizemos algumas fornadas  e passamos as batatinhas numa pastinha da Padaria Cataguases. Tudo para ficar igualzinho ao ví­deo. Ficou supimpa. Definitivamente aprovadas.

A Senhora das Especiarias: geléia de chocolate com pimenta rosa

No último post falamos aqui das sementes de abóbora da marca Byblos, comprada no Super Nosso Ecológico da estrada de Nova Lima. No mesmo dia compramos esta geléia diferente, de chocolate, da marca A Senhora das Especiarias.

Ela é uma geléia mesmo, feita de maçã, o  gosto de chocolate é até forte e a pimenta rosa é suave, quase não a sentimos. Pra falar a verdade, Ele não gostou muito não. Não aprovou a combinação geléia + chocolate. Eu achei exótica, ótima para passar em cima de um bolinho. No rótulo eles sugerem que a utilizemos em receitas, doces e salgadas.

A nota desagradável é que ao chegarmos em casa vimos que a geléia, vendida em promoção no Super Nosso, estava vencida há uns dias. É claro que o produto não estava prejudicado, mas explicou-se a promoção e ficou bem clara a má-fé do estabelecimento, pois a geléia estava bem pertinho do caixa, na boca do consumidor e aos olhos do gerente.

Enfim, apesar das opiniões diferentes aqui em casa sobre a geléia de chocolate (eu gostei e Ele não), achamos que é de boa qualidade a marca A Senhora das Especiarias, valendo experimentar os vários outros sabores que eles oferecem.

Byblos Roastery: sementes de abóbora

Em junho falamos por aqui do milho salgado e torrado da marca Byblos Roastery. E, por ora, podemos dizer que também experimentamos as sementes de abóbora torradas da mesma marca. E, olha, aprovamos, porque não são tão salgadas quanto costumam ser as demais sementes de abóbora torradas.

Nós as encontramos no Super Nosso Ecológico, situado no Serena Mall, caminho para Nova Lima, um supermercado daqueles que dá gosto de ir, cheio de produtos diferentes e que inspira sofisticação sem afetação. E os preços nem estavam mais altos que os supermercados de todo o dia, o que nos agradou bastante. A nota desagradável é que compramos uma geléia diferente na promoção e só vimos que estava vencida em casa, mas isto fica para um próximo post.

Enfim, aprovamos as sementes de abóbora da Byblos Roastery. Vale experimentar. O preço? Estavam por R$ 5,00.

Fondue de queijo São Vicente

No iní­cio deste inverno haví­amos prometido a nós mesmos testar várias marcas de fondue pronto e avaliá-las aqui no blog. No entanto, nossas calças começaram a ficar apertadas e demos um basta na comilança.

Realmente, achamos pouco sensato comer tanto queijo em um só inverno e variamos as guloseimas. E os testes com os fondues serão feitos aos poucos.

Nossa última compra foi o fondue São Vicente e, sinceramente, não temos do que reclamar. Sabemos, sim, que os queijos preparados em casa são mais saborosos, mas comprar a massa já preparada facilita um pouco a vida e não faz mal a ninguém.

Daí­, fazer um fonduezinho fica moleza:  é só passar um dente de alho no fundo da panela, despejar a massa amolecida e adicionar um pouco de vinho branco. Nós usamos pedacinhos de pão amanhecido (e nos divertimos bastante).


Muita rúcula

A rúcula está barata e a festa está sendo feita aqui em casa. Rúcula no pão com tomates secos, no macarrão e, claro, no suco com limão, laranja e mel.

Delí­cia.

Mini coador de café

Em dezembro do ano passado fiz propaganda aqui no blog da  Rick´s Pastelaria e Café, uma pequena lanchonete na Savassi que me encantou por coar na hora – e individualmente – o cafezinho a ser servido.  De lá pra cá estive a procurar um coador daquele pra mim. Achei um no Mercado Central, mas era feiozinho e eu acabei deixando pra lá.

Qual não foi minha surpresa quando uma amiga, agora em maio, me presenteou com este aí­ da foto. A peça, além de bonitinha, é muito útil, pois facilita um cafezinho fresco e gostoso a qualquer hora. Para cada xí­cara o ideal é uma ‘colher de café’ de pó. Mas, claro, fica a gosto do freguês. Quando estou num sono danado e preciso trabalhar/estudar tasco logo umas duas colheres e a bebida vira uma bela bomba de canhão.

😉

Obviamente, a propósito, logo logo dei um jeitinho de fazer de uma só vez duas xí­caras de café, uma pra mim e outra pra Ele. Foi só afanar pegar emprestado de minha mãe este pequeno bule, que coube perfeitamente  na base da peça.

Eu simplesmente adorei este presente; minha amiga acertou em cheio. Só falta agora ela vir tomar uma xí­cara de café comigo.  🙂

Arroz de forno com cobertura de ovo batido

Chegou a hora da refeição e nada de gostoso em casa? Claro, há  sempre a opção de fazer uma bela macarronada. Quem já visitou o Emgeral sabe bem como gostamos deste prato.

No entanto, se você tem um pouco de arroz pronto em casa, pra quê desperdiça-lo? Vá de arroz de forno!

Neste feriado, por exemplo, fiz primeiro um belo refogado e depois juntei o arroz dormido. Cobri com ovo batido (já já explico como o fiz) e levei ao forno por uns 10 minutos. Ficou bem gostoso e quebrou nosso galho.

Vejamos, então, a receita do arroz de forno:

Refogue em uma colher de óleo 2 cebolas, 3 dentes de alho, frango desfiado e toda sorte de restinhos da geladeira. No meu caso usei uma lata de milho, um vidro de cogumelos e azeitonas pretas (se eu tivesse ervilhas usaria). Tempere com um pouco de molho de tomates e deixe apurar o sabor. Acrescente caldo de frango, noz moscada e um tico de pimenta. Quando o refogado estiver suculento, junte o arroz e, de preferência, deixe esfriar.

Como visto, não coloquei a quantidade de sal. Mas é que, normalmente, o arroz de forno é feito com restos já temperados. Então, o cozinheiro deve ter bom senso. Talvez nem precise do caldo de galinha.

Para a cobertura: í  parte bata 3 claras em neves bem durinhas e depois junte – sem bater –  as 3 gemas respectivas, fazendo um creme fino. Cubra o arroz (pelo menos morno, senão o calor começa  a cozinhar o ovo) e leve ao forno.  Quando estiver dourado, retire-o e aproveite.

O meu arroz de forno ficou bem molhadinho, do jeito que gosto. E, lembre-se, os ingredientes podem ser os mais variados, podendo ser carne de boi, frango ou mesmo vegetariano, abusando-se dos legumes.

Byblos Roastery – milho torrado e salgado

Estivemos outro dia na Vila írabe – situada quase no tobogã da Av. Contorno – e, além de comermos deliciosos kafta e kebab, compramos esta latinha de milho torrado e salgado. Não conhecí­amos; fomos no instinto e não nos arrependemos.

O milho é bem gostoso, mas infelizmente estava um pouquinho rançoso, talvez estivesse velho. De qualquer forma, deu pra ver que esta maneira de degustar o milho é bem viável e interessante, bem como interessante é ver que o tipo de grão é  diverso do que temos em casa.  Estes aí­ parecem os choclos que comemos no Chile e na Bolí­via: os grãos são maiores e mais carnudos.

De qualquer forma, esta latinha custa um pouco mais do que gostarí­amos de pagar por 160g de milho, de forma que procuraremos alguma marca nacional que seja mais barata. Mesmo porque  o milho é, definitivamente, uma opção bem mais leve ao amendoim torrado. E opções mais leves e saudáveis são sempre bem vindas.

Vaca atolada, delícia mineira.

Passei a tarde de ontem, sexta-feira, fazendo uma panelada de vaca atolada. Ficou boa, embora eu tenha usado uma carne gordurosa, o que me deu um pouco mais de trabalho.

É que eu usei uma costela bovina sem osso daquelas embaladas no vácuo, e a peça que eu usei  estava especialmente gorda. Então, o que fiz: fritei a carne no alho e cebola e depois a cozinhei bastante na pressão. Quando já estava bem macia, desfiando, separei a carne do caldo. Retirei toda a gordura visí­vel da carne e  levei o caldo ao congelador para também facilitar a retirada da gordura.

Então: usei um quilo de costela bovina; porém, pelo tanto de gordura e pelancas que retirei, acho que ficaram uns 600 gramas de carne bem desfiadinha num caldo bem suculento.Â í€ parte cozinhei um quilo de mandioca picada e quando  ele já estava bem macio juntei ao caldo. Ajustei o sal e salpiquei um caldinho de pimenta.

O lance da vaca atolada, então, é: nunca cozinhe a mandioca no caldo da carne direto. Mandioca e carne devem ser preparadas separadamente e depois juntas em uma panela grande. Também não é necessário usar costela de boi; use a carne de sua preferência. Adicione uma pimentinha, salsinha, cebolinha picadinhas e aproveite.

Para quem não tem prática na cozinha as quantidades são as seguintes: um quilo de carne para um quilo de mandioca. Meia concha de óleo para refogar a carne em 3 cebolas, 6 dentes de alho, uma colher grande de alho e sal e uma colher de sopa de colorau. Você ainda pode adicionar no caldo da carne 2 folhas de louro  (que devem ser retiradas posteriormente) e juntar cheiro verde ao resultado final. Importante também é a qualidade da carne. Quem não  gosta do sabor forte da costela deve usar uma carne mais nobre. Fica divino.

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