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Categoria: Gastronomia Page 26 of 34

O “Bis” da Hershey’s

Pois então.. outro dia, passeando pelas lojas Americanas, vi este chocolatinho da Hershey’s. Bem parecido com o Bis, resolvi experimentar. É o Hershey’s Mais.

Os pontos positivos do produto são que o chocolate da Hershey’s é realmente  gostoso e a embalagem é bem bacana. Cada chocolate é envolto a uma capinha diferente, com motivos diversos. Já vi que existem vários temas, inclusive um de dominó.

O ponto negativo é que, envolvendo o wafer,  o Hershey’s Mais tem muito menos chocolate que o Bis. E isto, cara, acaba com o produto. A gente está acostumado com o Bis e aí­ morde aquela palhinha de chocolate. Dá uma raiva danada, ainda mais porque o produto se chama Hershey’s Mais.

É claro que em muitas situações este biscoitinho cai como uma luva, mas se eu puder escolher vou direto no Bis.

Ainda mais (reparem na foto da caixa) que ele é meio engana bobo. Fizeram a embalagem do mesmo tamanho da do Bis; só que a quantidade de unidades é menor. Há até uma folguinha na caixinha, o que me deixou deveras revoltada.

😉

Torta do Verdemar nos decepcionou

Bom, nós aqui de casa sempre falamos bem do supermercado Verdemar. Lá encontramos produtos de primeira qualidade. Sempre foi assim. Todavia.. em fevereiro último resolvemos experimentar uma das tortas do local. Torta de damasco, comprada para receber uma visita.

Ah não, gente.. fiquei tão decepcionada.. a torta não tinha gosto de damasco. Na verdade só se sentia o gosto de açúcar, muito açúcar. Ela era, sim, molhadinha, mas tudo nela era doce de doer a boca e a fruta mesmo passou longe.  O preço era compatí­vel com os produtos do Verdemar, ou seja, não foi barata, mas a qualidade.. a qualidade deixou demais a desejar.

Então, pelo menos desta vez terei que alertar aos que procuram uma boa torta. Se for do Verdemar pelo menos a experimentem antes de servir a uma visita.  Mesmo porque eles tem vários tipos de tortas e, claro, imagino que várias delas sejam boas.

Só não faça como eu que confiei no produto em razão do vendedor. Não vá ficar sem graça na hora do lanche.

Doce de leite Ninho cozido

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Testei hoje uma receita bem interessante. É o famoso doce de leite Ninho, porém em uma versão cozida, um pouquinho diferente da tradicional receita do docinho de festa, que leva apenas o leite em pó mais leite de côco.

Vamos a ela então: bata 3 ovos grandes até começar a dar espuma. Eu passei as gemas na peneira, para reduzir o gosto forte. Quando os ovos já estiverem bem espumantes, sem cheiro, adicione o leite em pó. Adicione aos poucos, até formar uma massa que dé para enrolar.

í€ parte faça uma calda de açúcar mais rala. Eu usei 4 xí­caras de água para 2 de açúcar. Deixe a calda fervendo e nela vá cozinhando as bolinhas. Quando estiverem inchadinhas retire-as da calda.

Fica bem gostosinho, com gostinho de leite Ninho mesmo, e pouco gosto de ovo. E da próxima vez que eu fizer, prepararei uma calda mais queimadinha, para dar uma cor nas bolinhas.

Trigo e almeirão refogados

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A foto não está das melhores, mas fiz questão de postá-la. É de uma receitinha de trigo e almeirão refogados no alho e azeite que testamos hoje.

Diferente, muito gostosa e sem nenhum mistério. É só hidratar o trigo e refogá-lo no alho e azeite. Depois juntar o almeirão bem fininho. Quanto mais azeite, melhor.

Comemos com arroz, feijão e xuxu. Mais do que indicada, podem testar!

Rabada com angu

Neste último domingo resolvi realizar uma vontade antiga: fazer eu mesma uma boa rabada. A sogra faz uma deliciosa e foi com ela mesmo que eu aprendi o truque do prato.

O lance é, primeiro, lavar bastante a rabada em água corrente. Depois, deixá-la de molho em água com vinagre por umas 2, 3 horas. Após este perí­odo, dê uma boa refogada nas peças (use pouco óleo) com bastante alho e cebola e as deixe cozinhar na pressão por 1 hora ou mais.

Acerte o tempero e veja se a carne já se solta do osso. É preciso que tudo fique bem cozidinho e macio. Finda esta etapa deixe reduzir o caldo da carne e vá adicionando um molho de tomate bem gostoso. Enquanto isso, a carne vai ficando ainda mais tenra.

O prato está pronto quando você tem peças  super cozidas, macias e soltando do osso, mergulhadas em um molho suculento, bem temperado.

Como acompanhamento, angu mole ou arroz (ou ambos, como eu prefiro!)

🙂

Ah, durante o processo vá retirando todo o excesso de óleo que puder do prato. Não o torna nada light, mas o fí­gado já agradece.

 

Rasmalai mineiro

Desde quando passamos a frequentar o restaurante Maharaj fiquei fã número um de uma sobremesa indiana chamada Rasmalai.

Só experimentando mesmo. São umas bolinhas de queijo super delicadas envolvidas numa calda de creme e polvilhadas com pistache. Delí­cia demais.

Na semana passada fiz uma receita que achei na internet. Ficou muito boa. Não ficou igual ao Rasmalai do Marahaj, obviamente, mas ficou muito bom. É difí­cil fazer igual, pois nem sempre conseguimos usar os mesmos ingredientes usados no restaurante. E tem, lógico, toda uma expertise que desconheço. Mas, enfim, desta vez passada (não fotografei, infelizmente) cortei a massa em cubinhos e os mergulhei numa calda feita de creme de leite fresco com açúcar e especiarias. Só não usei pistache ou amêndoas porque não os tinha em casa.

Hoje resolvi botar pra quebrar de novo, mas desta vez resolvi deixar o meu Rasmalai no tabuleiro. Digo meu Rasmalai porque fui fazendo sem receita mesmo, só respeitando os ingredientes básicos da sobremesa indiana, ou seja, ricota, leite e açúcar.

Fiz assim: bati no liquidificador uma ricota grande (usei a da marca Saldanha, muito boa) com leite, até obter um creme grosso e bem homogêneo. Depois fui adicionando acúcar. Quando a massa já estava bem consistente, já difí­cil de bater no liquidificador, despejei em um tabuleiro untado com manteiga  e assei por uns 40 minutos em forno médio.

Preciso dizer que ficou divina? Só resolvi não cortar em cubos e despejar na calda, como dantes, porque  ficou um ‘pouco doce demais’ e aí­ já seria apelação.

Ah, no fundo.. no fundo.. o que fiz foi um bolo de ricota, mas deixa eu pensar que estou a comer o meu Rasmalai mineiro. Tudo para matar as saudades ‘daquela’ sobremesa.

🙂

Ps: Vale ver aqui no Google imagens do verdadeiro Rasmalai para vocês terem uma ideia do que estou falando. E, se puderem, vão ao Maharaj conferi-lo!

 

 

Pior quiche do mercado

Não somos de comprar comida pronta, mas quando vimos este quiche integral de legumes do Carrefour resolvemos experimentar. Afinal, a lasanha de peito de peru com queijo cottage desta mesma linha Viver Light é até gostosa.

Mas, pelamordedeus, nossa decepção desta vez bateu recordes inimagináveis. Nós nunca comemos uma coisa tão ruim na vida. Sério, a massa deste quiche é intragável. Pesada, seca, gosto estranho. O recheio, então, nem se fala. Gosto de ovo péssimo.

Tacamos catchup em cima, já que desperdiçar comida é um absurdo, mas parte da minha porção  foi doada a Ele, mais guerreiro desta vez.

 

A enganação da Congelfish

Já tem um bom tempo que estamos para escrever sobre esta péssima experiência.

Em busca de uma alimentação mais saudável, compramos filé de peixe congelado da Congelfish. A embalagem, com 1,0 kg nos foi vendida a algo em torno de R$ 10,00. No entanto, qual não foi nossa surpresa ao descongelar a embalagem e perceber que – pelo menos – 30% deste peso se referia a gelo. Ou seja: você acha que está comprando 1,0 kg de peixe quando na verdade compra algo em torno de 0,7 kg da mercadoria. O resto é gelo.

É claro que esperamos ter um pouco de gelo em alimentos congelados. Isso faz parte. Mas na quantidade em que vimos neste peixe da Congelfish, realmente foi algo que nos surpreendeu (de forma bastante negativa). Certamente pensaremos três vezes antes de comprar produtos desta marca – mesmo que a barganha seja sedutora.

Recebemos este comentário esta semana (novembro de 13) e achamos por bem pública-lo. Leiam.

“Caro senhores, venho informar novamente que a CONGELFISH, desde final de 2010, não vende mais pescados congelado, e ainda está aparecendo produtos com nossa marca. Saí­mos do mercado pelos seguintes fatos : 1- Não agregávamos tripolifosfato nos produtos, pois as empresas normalmente usam deste produto para aumentar a água por dentro dos pescados. Geralmente o uso do tripolifosfato faz com que o produto agregue 12 % de água por dentro e o glaser ( água) que é dado por fora, adição de mais 40 %. Ou seja o consumidor acaba levando 52% de água, o que é um absurdo. Prefero não trabalhar com essa prática fraudulenta. Como você deve observar o meu preço teoricamente seria mais caro, pois o cliente quando comprava a marca CONGELFISH, levava 100% de produto, já os dos concorrentes eram mais baratos e os consumidores levavam 48% de produto. Esse é nosso Brasil, onde quem quer trabalhar honestamente, encontra uma concorrência desleal. Sendo assim é melhor parar do que enganar os consumidores. Um abraço a todos aqueles que tinham confiança nos produtos CONGELFISH.”

Köbes

Durante o Comida de Buteco estivemos em apenas um bar participante. Foi no Kí¶bes, situado na rua Prof Raimundo Nonato, 31, Bairro Horto.

O bar começou de maneira informal, na garagem da residência do casal Afonso Jorge e Nair Gehrke. Ela tem descendência alemã e criou uma das especialidades da casa: a linguiça de pernil aberta, coberta com queijo prato e cebola fatiada com shoyu.

Mas, no caso, experimentamos o prato da foto, o do festival:  farofa de alho, acompanhada de carne de porco frita e vinagrete de feijão andu. Achamos a ideia do casal interessante. Não acho que tivesse condições de ganhar como o prato mais criativo, como realmente não aconteceu, mas que estava gostoso estava.

Também experimentamos um bolinho frito feito de canjiquinha. Este, sim, achei bem bolado. O recheio de carne moí­da deixou um pouco a desejar, mas apreciamos também.

Foi a minha primeira ida ao Kí¶bes e eu gostei do espaço simples e do atendimento cordial. Quem sabe não voltamos para testar outro prato bem falado, o PF a palito, que combina bolinho de arroz recheado com feijão, carne de panela e ovo de codorna frito?

Molho barbecue do Carrefour

Pois é, em outubro do ano passado fizemos um post falando sobre marcas de molho barbecue. Na oportunidade ficamos de postar sobre o molho barbecue do Carrefour. Só agora, em maio de 2011, acabamos por experimentá-lo e, olha, não nos decepcionamos.

Ele  é bem gostoso, se parece bastante com o molho original e, o melhor, não é caro. Se você aprecia, portanto,  o molho tipo  BBQ, pode comprar sem erro o da marca Carrefour. Aprovado pelo Emgeral!

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